Space Alert - Resenha + Gameplay

Em Space Alert, os jogadores representam uma tripulação, que viaja pela galáxia em uma pequena espaçonave para coletar informação sobre ameaças da região. Porém, precisam voltar inteiros com essas informações. Para isso, devem se defender de ameaças internas e externas que aparecem durante essa viagem. O único objetivo é sobreviver, não necessariamente destruir as ameaças encontradas.

Ficha do Jogo
Ano: 2008
# de jogadores: 1 a 5
Tempo de setup: 10min
Tempo de jogo: 30 minutos
Dependência de idioma: pouco texto, facilmente memorizável
Categoria: Cooperativo
Mecânica: programação de ações/administração de cartas

Vídeo
Visão Geral + Gameplay

Resenha
Visão Geral
O tabuleiro representa a espaçonave que devemos comandar. A espaçonave é dividida em três regiões diferentes, distinguidas pelas cores vermelho, branco e azul. Cada região possui um convés superior e inferior. Durante o jogo, nos movimentamos por essas regiões, utilizando as cartas de ação/movimentação, acionando canhões, levantando escudos e administrando a energia que mantém tudo isso funcionando. Essa energia é representada pelos cubos verdes espalhados pelo tabuleiro. O avanço das ameaças externas são controladas por marcadores de turnos nos três tracks que são colocados na frente de cada região da nave, indicando as ameaças que se aproximam em cada cor. O jogo vem com 7 faixas de movimentação como essas, que adicionam muita rejogabilidade ao jogo, assim como o grande deck de ameaças internas e externas.


Como Jogar
O jogo é dividido em duas fases. A primeira fase tem exatamente 10 minutos de duração. É nessa fase que colocamos um áudio para tocar e um computador nos mantém informados sobre quais ameaças precisaremos enfrentar e em quais turnos elas aparecerão. Baseado nas informações que o computador nos passa, precisamos planejar e sincronizar nossas ações. Para isso utilizamos as cartas de ação/movimentação, fazendo uma programação de ações. As cartas são colocadas fechadas nos tabuleiros individuais de cada jogador, na sequência em que as ações deverão ser realizadas. Com toda a discussão que acontece, é fácil cometer um erro e programar a ação errada no momento errado, o que atrapalha toda a missão. Depois que o computador informa que a operação foi finalizada, começamos a fase de resolução. Nesse momento acompanhamos tudo o que aconteceu, mas não podemos fazer nenhuma alteração nas ações programadas, basicamente observamos se deu certo ou se nos ferramos.

Avaliação Pessoal
Jogo simplesmente sensacional! Tanto, que jogamos no mesmo dia cerca de 10 partidas seguidas! O jogo se desenvolve extremamente rápido (10 minutos de planejamento e 15 minutos para a resolução) e todo o fim de partida, principalmente se a missão falhou, dá vontade de tentar de novo. O jogo é lindo, colorido, e os componentes são de alta qualidade. A rejogabilidade é altíssima, devido a quantidade de fatores aleatórios determinados durante o setup. Nenhuma partida poderá ser planejada baseado no que aconteceu na anterior. O manual é bem escrito e divertido e te apresenta as regras e os diferentes componentes do jogo de maneira gradativa, adicionando cada vez mais complexidade, até que estejamos preparados para uma missão de verdade.

Com cinco jogadores achei que ficou muito caótico e algumas coisas podem ser deixadas para o acaso, devido a dificuldade de sincronizar as ações de tantas pessoas. Mesmo assim, o jogo não perde na diversão. Fiquei surpresa como o jogo funciona bem com dois jogadores (eu até preferi assim), ainda é desafiador e o caos é bastante reduzido, não tem mais aquela gritaria na mesa.

Como ponto negativo, eu apontaria o fator punitivo do jogo, que pode ser bem frustrante. Uma carta jogada errada no início da programação, praticamente condena a nave à destruição. Além disso, o preço veio bem salgado (típico Devir), mas vale a pena ter na coleção.

Aprovadíssimo.

Sábado letivo na escola: vamos jogar jogos de tabuleiro?

Os benefícios dos jogos de tabuleiro

O jogo sempre esteve presente ao longo do nascimento e expansão de diversas civilizações. A ideia de usar um jogo para refletir sobre problemas do mundo real remonta a pelo menos 3000AC, ao jogo chinês Wei-Hai (Go), um jogo estratégico abstrato em que cada jogador busca cercar mais territórios que o seu adversário. Go era considerado uma das quatro artes essenciais na cultura escolar da China aristocrática e ainda é considerado o jogo de tabuleiro mais antigo que ainda é jogado nos dias de hoje.

O interesse no uso de jogos e simulações nas escolas é crescente e antigo. Os jogos podem ser utilizados no ensino de geografia, história, ciências da natureza, matemática, estudos sociais, religião ou política. Na verdade, em quase qualquer conteúdo. Esses jogos podem aparecer em uma variedade de formatos, podem ser jogos de cartas ou jogos de tabuleiros, clássicos, como dama e xadrez, ou jogos de tabuleiro modernos. Além desses formatos mais conhecidos, o jogo de interpretação de papéis (RPG) também vem quebrando preconceitos e ganhando espaço na escola.

Muitos jogos podem envolver os estudantes em tomadas de decisões e/ou na comunicação ou na negociação com outros jogadores. Desta forma, a competição exige habilidades como a leitura dos movimentos dos adversários e estimula a criatividade para reagir a essas situações. O objetivo dos jogos ou das atividades lúdicas nas escolas não deve se resumir a facilitar que o estudante memorize conceitos, mas sim a incentivar o raciocínio, a reflexão, o pensamento e, consequentemente, a construção do conhecimento.
Partida de The Resistance
Diversas pesquisas apontam vários benefícios sociais e cognitivos envolvidos ao jogar jogos de tabuleiro. Não apenas os jogos educativos, mas TODOS os jogos. Dra. Silvia Bunge, neurocientista da Universidade de Berkeley, estuda a muito tempo o desenvolvimento da inteligência nas crianças. Um de seus estudos envolveu um grupo de estudantes que foram convidados a ficar na escola depois do horário para jogar jogos de tabuleiro e video games, selecionados pelos pesquisadores. Os estudantes jogavam jogos duas vezes na semana, durante 1h e 50min. Depois de apenas oito semanas, os pesquisadores identificaram um aumento na velocidade de raciocínio dos estudantes de 27%-32%, resultando em um aumento no QI desses estudantes.

Nosso cérebro é como um músculo, quanto mais exercícios fizermos com ele, mais ele conseguirá alcançar. SOARES (2013), apoiado em ideias piagetianas, pressupõe que o jogo causa o desenvolvimento do ser, em um ciclo vicioso positivo, no qual o jogo leva ao desenvolvimento, e esse leva a outros jogos mais complexos. A medida que os jogos vão se tornando mais elaborados, por meio de novas construções, novos jogos, exige-se um maior trabalho efetivo e maior complexidade. O autor ressalta que, durante todos esses processos, o sujeito não tem consciência de que esta havendo aprendizagem. Ele brinca, diverte-se e joga, simplesmente porque é prazeroso.

Além de estimularem a agilidade e raciocínio, jogos e atividades lúdicas ajudam no desenvolvimento de habilidades sociais em crianças, adolescentes e adultos. Neste artigo, os autores defendem que os jogos podem desenvolver importantes habilidades sociais, como a comunicação verbal, o compartilhamento, a espera, e o prazer na interação com os outros.

Chia-Jung Wu e seus colaboradores desenvolveram uma pesquisa com estudantes Taiwaneses que estavam aprendendo inglês como língua estrangeira. Esses estudantes tinham baixo nível de habilidades de comunicação por falta de oportunidades para o uso da língua para uma comunicação genuína na sala de aula. Os autores estudaram o uso de jogos de tabuleiro para promover esse ambiente de comunicação e os resultados confirmam que esses jogos ocasionam uma imersão contextual relevante, encorajando a comunicação e resultando na melhora dessa habilidade nos estudantes.

Estudo após estudo vem confirmando os diversos benefícios dos jogos para todos, crianças adolescentes e adultos. Levando em consideração esses benefícios, precisamos pensar em projetos para engajar nossos estudantes em atividades lúdicas que oportunizem o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas.
Partida de CV

O sábado letivo de jogos

A indústria dos jogos de tabuleiro vem crescendo vertiginosamente nos últimos anos, tando no mundo, quanto no Brasil. Quantos jogos de tabuleiro você conhece? O site Board Game Geek, especializado em jogos de tabuleiro e cartas, possui mais de 85 mil jogos cadastrados, rankeados pelos usuários nessa lista. Quando falamos em jogos de tabuleiro modernos, não estamos nos referindo aos clássicos como xadrez e dama, ou a jogos mais novos com a mecânica simplista de "rolar o dado e movimentar o peão".

Existem diversas mecânicas e categorias de jogos. As mecânicas do jogo e seu design variam com sua complexidade, fazendo com que os jogos modernos possam ser classificados de acordo com seu "peso". Jogos leves possuem mecânicas mais simples e regras fáceis de serem ensinadas e aprendidas, são jogos ideais para apresentar a novos jogadores. Existem ainda jogos médios e pesados, devido a quantidade de regras, componentes e variáveis que alteram a complexidade do jogo.

Tendo em vista os benefícios cognitivos e sociais dos jogos de tabuleiro e buscando a disseminação desse hobby, ainda pouco conhecido, desenvolvemos um projeto pedagógico com o objetivo de aproveitar alguns sábados letivos, previstos em calendário escolar, para que os estudantes tenham a oportunidade de conhecer e jogar uma diversidade de jogos de tabuleiro modernos.

Devido a muitas paralisações , nas escolas do estado de Minas Gerais, durante esse ano (2016), quase todos os sábados, de outubro a dezembro, serão ocupados com reposições de carga horária. Para atrair os estudantes à escola nesses dias, precisamos de projetos que chamem sua atenção e despertem seu interesse.

Para o sábado do dia 01/10/2016 convidei os estudantes para uma manhã de jogos na escola. Compareceram à escola pouco mais de 30 alunos. Cerca de 20 estudantes se interessaram em conhecer algum jogo. Com os estudantes interessados montamos várias mesas com diferentes jogos sendo jogados simultaneamente. Os jogos que foram para a mesa foram: Sheriff of Nottingham, Robo Rally, Colonizadores de Catan, Ticket to Ride: Europa, Saboteur, Fluxx, CV, The Resistance e o clássico Xadrez. Esses jogos pertencem à minha coleção particular e, para ajudar na explicação das regras, levei à escola alguns voluntários como monitores. Os estudantes que compareceram já perguntam se no próximo sábado terá mais.

Além dos sábados letivos de jogos, os estudantes serão desafiados a se juntar em grupos e desenvolver seus próprios jogos de tabuleiro, com temáticas que envolvam as disciplinas de química, física ou biologia. Os grupos serão orientados pelo professor de artes, os professores das ciências da natureza e de português. O projeto ainda está em movimento e seus resultados serão divulgados aqui.

Para mais artigos sobre o uso dos jogos de tabuleiro modernos na escola fique ligado no nosso blog e curta nossa página no Facebook.

Além de artigos nessa linha postamos resenhas sobre os jogos mais recentes lançados no Brasil. As resenhas incluem a visão geral, as regras, o gameplay e minha humilde opinião sobre cada jogo. Se inscreva no nosso canal do Youtube.




Lords of Scotland - Resenha + Gameplay

Em Lords of Scotland, cada jogador representa um lord da Escócia tentando ganhar lealdade dos diversos clãs que dividem esse país, afim de se tornar o próximo rei/rainha! Para ganhar a lealdade dos sectários, precisamos vencer escaramuças, pequenas batalhas, até que alguém alcance a pontuação necessária para ascender ao trono. Este artigo contém as regras, o gameplay e minha humilde opinião sobre esse pequeno grande jogo.

Ficha do Jogo
Ano: 2010
# de jogadores: 2 a 5
Tempo de setup: 1min
Tempo de jogo: 30 a 60 minutos
Dependência de idioma: pouco texto, facilmente memorizável
Categoria: Card Game
Mecânica: set colection/administração de cartas na mão

Vídeo
Visão Geral + Gameplay

Resenha
Componentes
Esse jogo é composto por um baralho de 98 cartas, contendo 8 conjuntos de 12 cartas, representando os oito diferentes clãs da Escócia, além de duas cartas adicionais do clã real. Cada clã possui uma habilidade especial diferente que pode ou não ser ativada quando aquela carta é colocada em jogo. Além das cartas, a caixinha do jogo contém nove fichas com os símbolos dos três clãs com habilidades com efeito apenas no fim da escaramuça e um marcador de primeiro jogador, em formato de uma espada colorida. As fichas de clã são usadas quando algum jogador ativa a habilidade do clã Scott, que copia a habilidade de outro clã, a ficha do clã copiado é colocada em cima da carta ativada.
Objetivo
Para vencer as escaramuças, necessárias para conquistar a lealdade dos sectários, precisamos juntar seguidores, formando nosso exército de batalha. No final da escaramuça (composta por cindo rodadas), aquele jogador que tiver à sua frente o exército mais forte venceu a batalha e pode escolher um sectário para adicionar à sua pilha de pontuação. Quando alguém atingir 40 pontos em sectários, o jogo é encerrado.

Como jogar
No seu turno, o jogador pode adicionar um seguidor ao seu exército, selecionando uma carta de sua mão e colocando-a na mesa, ou recrutar um guerreiro, pegando uma das cinco cartas (aberta ou fechada) do centro da mesa e adicionando-a a sua mão. Quando adiciona um seguidor à sua frente, se não houver nenhum outro seguidor em jogo com o valor numérico MENOR que o que acaba de ser adicionado, então a habilidade do clã em questão PODE ser ativada. Depois de cinco rodadas a escaramuça se encerra e os pontos são contados. A força do exército equivale à soma dos valores numéricos nas cartas de seguidores colocadas em jogo. Se o seu exército possuir apenas seguidores do mesmo clã, então sua pontuação é dobrada. O vencedor da batalha escolhe um dos sectários disponíveis para adicionar à sua pilha de pontuação, seguido do segundo colocado e assim sucessivamente, até que todos jogadores, que recrutaram seguidores, peguem um sectário, ou até que não haja mais sectários disponíveis. Para detalhes de regras e descrição das habilidades de cada clã, assista o gameplay no vídeo acima.

Avaliação Pessoal
Eu amei esse jogo por diversos motivos:
1º) Sindo muito, mas eu sempre julgo um livro ou um jogo antecipadamente pela capa (shame on me). No caso desse jogo, ele é tão atraente e convidativo que não tem como não cair de amor à primeira vista. A caixa é linda e de material excelente e quando você a abre não se decepciona, as cartas e as pequenas fichas também possuem uma arte lindíssima e por isso só já dá vontade de jogar. A repaginada que deram da última edição para essa foi realmente incrível.
2º) O gameplay é dinâmico e o jogo flui sem interrupções. As diferentes habilidades das cartas e a mecânica de utilizá-las apenas em certos momentos, adiciona um nível estratégico incrível para um joguinho tão pequeno. Além disso há uma tensão muito grande, porque o jogo abre espaço para muita interação e furação de olho entre os jogadores.
3º) Funciona muito bem com dois jogadores, acho que o número ideal é três, mas com duas pessoas o jogo não perde em nada e ainda flui mais rápido do que acima de três, o que melhora a experiência.
4º) O preço está ótimo se comparado a outros jogos de cartas que foram recentemente lançados. Se você só pode comprar um joguinho por menos de R$100 nesse mês, esse é o jogo.

Em suma, adicionado à minha seleta coleção, é um jogão dentro de uma belíssima caixinha.

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Flip City - Resenha + Gameplay


Flip City é um jogo de construção de baralho, em que os jogadores competem para construir a cidade mais próspera. Os edifícios e regiões de sua cidade são representados pelas cartas que são adicionadas ao seu deck. Esse pequeno jogo foi trazido ao Brasil pela PaperGames e pode ser facilmente encontrado em diversas lojas. Nesse post contemplamos a visão geral do jogo, suas regras e um gameplay completo com dois jogadores, essa semana foi a vez de alugar o meu irmão para gravar comigo. Vamos dar uma conferida nesse pequeno filler.


Ficha do Jogo
Ano: 2014
Rnk bgg: #1519
# de jogadores: 1 a 4
Tempo de setup: 1min
Tempo de jogo: 30-50min
Dependência de idioma: moderado
Categoria: Card Game
Mecânicas: Construção de baralho/push your luck

Vídeo
Visão Geral + Gameplay


Visão Geral
Flip City é composto por 86 cartas. As cartas representam as diferentes regiões ou construções que podem ser adicionadas ao seu baralho. Existem seis diferentes tipos de carta, sendo que todas possuem dois lados. O verso da carta representa a evolução daquele edifício ou região, por exemplo, uma área residencial pode ser evoluída futuramente para uma área de apartamentos, ou quem sabe sua pequena loja de conveniência pode se transformar em um shopping center.



Cada jogador inicia o jogo com o deck idêntico: quatro áreas residenciais, uma loja de conveniência, uma fábrica, um hospital e um parque. O turno de cada jogador é dividido em duas fases: a fase de jogar cartas e a fase de construção. Na fase de jogar cartas você pode olhar para a próxima carta do seu baralho e decidir se quer ou não colocá-la em jogo, se nesse processo você acumular muitas insatisfações (3 carinhas tristes - símbolo no canto inferior esquerdo da carta), seu turno termina imediatamente e todas as cartas jogadas são descartadas. Todas as cartas possuem um efeito especial quando estão em jogo, portanto, o jogador do turno precisa estar atento a esses efeitos. Quando decidir parar de jogar cartas, você deve somar quanto de impostos (símbolo de dinheiro no canto inferior esquerdo das cartas) conseguiu coletar nesse turno, com esse dinheiro você pode adquirir novas cartas ou evoluir uma carta que esteja na sua pilha de descarte. O preço que precisa ser pago para comprar uma nova carta é indicado no canto superior direito da carta, enquanto o custo para evoluir uma carta para seu verso é mostrado no canto inferior direito da carta.


O jogo termina quando um jogador consegue acumular oito pontos de vitória nas cartas em jogo. Ou quando consegue jogar 18 cartas e houver ao menos uma loja de conveniência entre as cartas jogadas. 

Avaliação Pessoal
O jogo é bem simples e portanto é fácil de explicar e ser jogado, porém a partida pode se tornar longa e cansativa de mais para um filler. A interação entre jogadores se resume a você ficar assistindo os outros jogarem e torcer para que eles se ferrem. Desta forma, uma partida com quatro jogadores pode se tornar extremamente cansativa, já que durante o turno dos seus amiguinhos não tem como você planejar o que fará na sua vez e não há qualquer interação com os outros jogadores. Ou seja, é um jogo "solo-multiplayer" e esse tipo de jogo não me agrada.


Village - Resenha + Gameplay


Em Village, cada jogador representa uma família vivendo harmoniosamente em uma pequena vila. Durante o jogo, nossa família vai crescendo e, como é natural da vida, os mais velhos vão falecendo, mas não antes de exercer sua influência nas diversas esferas sociais, como a igreja, a política e o comércio. Ao final do jogo a família mais bem sucedida é a vitoriosa e, claro, o sucesso da sua família é medido em seus pontos de vitória. Neste post juntamos dois vídeos, nos quais vocês encontrarão tudo sobre esse jogão. No primeiro vídeo, todas as regras são explicadas detalhadamente, os componentes são apresentados com detalhes e o setup para o gameplay é montado. No segundo vídeo as regras são apresentadas resumidamente no início (visão geral) e filmamos um gameplay completo de uma partida com quatro jogadores.

Ficha do Jogo
Ano: 201
Rnk bgg: #90
# de jogadores: 2 a 4
Tempo de setup: 5min
Tempo de jogo: 60-90min
Dependência de idioma: nenhuma
Categoria: Eurogame
Mecânicas: worker placement/set collection

Vídeos
Como Jogar
Visão Geral + Gameplay
Visão Geral: 00:00:00 a 00:14:00
Gameplay: 00:14:00 a 00:57:00